sábado, 26 de setembro de 2009
Lições aprendidas do resultado individual do ENADE
O boletim está estruturado com as notas em escala de zero à 100 por componente (i.e., formação geral e específica) e tipo das questões (i.e., objetivas e discursivas), ou seja, há quatro notas individuais disponíveis que são utilizadas para o cálculo da média final.
Após conhecer a minha média individual, a qual não me atreverei em aqui divulgar (mas que pode ser facilmente deduzida) pois, no email enviado com a senha gerada há um breve informe sobre a existência de uma lei que proíbe a associação de resultados individuais à identificação do aluno, constatei nas estatísticas contidas no boletim que obtive a melhor média individual entre os alunos concluintes de Ciência da Computação em Pernambuco.
Obviamente, fiquei muito feliz em saber que estou em uma boa posição para alçar grandes vôos. Mas tudo o que consigo pensar no momento é que o significado desse resultado claramente contradiz algumas "verdades" adotadas institucionalmente em diversos lugares. A começar no meu querido e estimado Centro de Informática (CIn) da UFPE. É de meu parcial conhecimento que a "qualidade" da instituição de origem do candidato no processo seletivo para o mestrado (i.e., conceito do ENADE), por exemplo, é levada em consideração no ranqueamento final dos candidatos, o que acaba por influenciar certas decisões (e.g., a alocação de bolsas institucionais para os novos ingressantes).
Por que esse cenário é preocupante?
Porque eu, por exemplo, realizei a minha graduação em um curso que, apesar de oferecido por uma instituição tradicional e respeitada no Estado, não vem obtendo resultados, digamos, "excepcionais" nas últimas avaliações do ENADE. Então, como pode um aluno advindo dos quadros desse curso obter o melhor desempenho entre os concluintes do estado, acima, inclusive, daqueles que representaram um amostra significativa dos concluintes de cursos considerados de "excelência" em Pernambuco? Claramente esse fato constitui-se em uma contradição. Isto é, como se justifica a prática de influenciar negativamente o escore final de um candidato que cometeu o "pecado" de ter estudado em um curso de qualidade "inferior"?
Apesar dessa questão ter me incomodado desde a época em que procurei me informar acerca dos critérios de classificação das instituições para as quais pretendia enviar inscrições, apenas agora me veio a certeza de quão absurdo são certas "generalizações institucionalizadas". Afinal, um dos fatores aos quais eu atribuo o meu bom desempenho como estudante de graduação foi a qualidade da proposta curricular que me foi oferecida, para não mencionar os excelentes professores, as muito bem estruturadas disciplinas e os eficientes programas de monitoria e iniciação científica. Ou seja, considero-me um produto do Departamento de Estatística e Informática da Universidade Católica de Pernambuco.
Em qual outro lugar um aluno de Ciência da Computação poderia cursar disciplinas como Computação Evolucionária, Processamento Digital de Imagem, Técnicas de Simulação Estocástica e Criptografia, no âmbito da graduação, todas lecionadas por professores acima da média? Em qual instituição você pode cursar uma cadeira como Humanismo e Cidadania e, além de discutir vários problemas relevantes existentes na sociedade contemporânea brasileira, ter a oportunidade de ler e discutir objetivamente em sala o clássico "A Vingança da Tecnologia" de Edward Tenner? (E todas essas com cargas horárias de 60 horas).
Pouquíssimas, aposto eu.
Então, como é possível a disparidade entre o meu desempenho individual e aquele encapsulado em um pobre e inexpressivo indicador que, erroneamente, representa a "qualidade" do meu ex-curso?
Simples: várias instituições particulares tornaram-se reféns da necessidade de sobrevivência. Afinal, na condição de empresas privadas, precisam sustentar-se mediante a manutenção de um bom número de estudantes matriculados em todos os períodos de seus cursos. O caminho encontrado por muitas? Moderar os requisitos de aprovação entre disciplinas (e.g. aproveitamento de 50 ou 60%) ou aceitar pessoas despreparadas no vestibular - afinal, os alunos "preparados" acabam sendo aprovados nas universidades públicas ou preferindo esperar mais um ou dois anos em preparatórios até conseguirem o tão almejado objetivo. Infelizmente, muitos dos alunos que entram não conseguem se dedicar o suficiente ao curso, seja por conta da necessidade de trabalhar 8 horas e cursar as cadeiras à noite, ou por mero comodismo e falta de interesse.
Mas sejamos conscientes e objetivos:
Tal fato não está de forma alguma correlacionado com fatores como o nível da estrutura (e.g., laboratórios, bibliotecas, etc.), o nível dos professores (i.e., a habilidade didática e graus de conhecimento da matéria) ou a qualidade da proposta pedagógica (i.e, matrizes curriculares, ementas de disciplinas, etc.).
Inconcebível é, para mim, tudo isso!
Já perdi as contas de quantos colegas conheci no mestrado do CIn que não se graduaram na UFPE ou em outras instituições federais com conceitos 4 ou 5 no ENADE e se destacam positivamente nas disciplinas, seja pela qualidade nas implementações e discussões de projetos e seminários ou pelo conhecimento demonstrado através dos instrumentos de avaliação tradicionais (i.e., provas). Aliás, muitos desses colegas vêm de curso particulares e não estiveram exatamente bem classificados no processo seletivo.
Para muitas instituições bem ranqueadas, é relativamente fácil obter indicadores favoráveis, dado a enorme pressão seletiva no tocante ao ingresso nos cursos de graduação (em bom português, o vestibular), o qual resulta em ingressantes com enorme potencial de se tornarem "bons" concluintes. Para que uma interpretação mais justa dos resultados seja realizada, além do conceito final do ENADE, é imperativo que se observe o índice IDD (Indicador de Diferença entre os Desempenhos observado e esperado), o qual fornece uma medida mais objetiva do quanto a instituição contribui para o resultado obtido pelos concluintes na prova do ENADE. Em outras palavras, o IDD mostra o quão o desempenho do curso se afasta (ou adere) da média de todos os demais cursos cujo o perfil dos ingressantes possui forte grau de similaridade.
Soluções?
Extinguir de vez o (pré) conceito institucional para fins de avaliação e ranqueamento individuais e passar a considerar com maior (ou, quiçá, total) ênfase os índices de desempenho individuais (i.e., coeficiente de rendimento e nota do POSCOMP). Apenas dessa forma teremos um processo justo e sem viés institucional.
Espero sinceramente que nós alunos advindos de instituições não "mainstream" [hahaha] tenhamos o tratamento digno que merecemos, afinal, possuímos a mesma capacidade cognitiva para o aprendizado acadêmico dos demais alunos que vieram de cursos com indicadores "mais favoráveis".
Espero nunca mais ouvir estórias de colegas que foram sutilmente humilhados nas entrevistas informais com seus futuros orientadores, quando alguns desses senhores e senhoras costumam torcer o nariz ao ouvirem de nós os nomes das instituições nas quais obtivemos o nosso (santo) grau [hahaha].
Amém.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Keystroke dynamics
Assisti essa semana a uma apresentação de um colega meu, Roberto Pinheiro, bem interessante sobre um tipo de biometria comportamental que reconhece o usuário através da dinâmica de digitação.
Procurando mais a respeito do tema, encontrei uma empresa que fornece uma demo bem legal (com interface web) em que é requerido do usuário a digitação de uma frase em inglês por 8 vezes para registrar o template na base.
Após isso, tudo o que se tem a fazer é testar se sistema irá reconhecê-lo ou não ao digitar a frase novamente.
Funcionou muito bem aqui para mim, especialmente se considerarmos que eu registrei algumas dinâmicas de digitação diferentes para tentar ver se dava algum falso positivo. E de fato, não aconteceu.
Tudo o que se precisa fazer é cadastrar um email válido para testar o sistema.
Segue o link: http://www.psylock.com
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
The Singularity is Near
A chamada para traduzir o vídeo para outras línguas encontra-se no blog mantido pela SU através do seguinte link: http://singularityu.org/news/2009/08/su-videos
Segundo David Orban, autor do post, a equipe da SU espera que milhares de pessoas possam traduzir no futuro diversos vídeos liberados pela universidade para divulgar o conhecimento produzido em seu campus.
Segue o vídeo abaixo:
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Um olhar crítico acerca da tecnologia
Maior legado da aspiração humana ao progresso, as máquinas suscitam debates polêmicos acerca de seus reais benefícios para a sociedade. Muitos, em proféticos relatos, sugeriram que a suficiência humana estaria intrinsecamente ligada ao desempenho preciso e satisfatório das novas tecnologias. De fato, observamos que o avanço humano dependente cada vez mais de tais artefatos. Os novos problemas emergentes em nossos dias são freqüentemente solucionáveis em função do poder computacional disponível nos sistemas que nos cercam.
No entanto, antigas predições feitas no auge do otimismo tecnológico mostraram-se impossíveis de serem alcançadas. A ineficiência das soluções de software frente ao aumento da produtividade no setor de serviços é uma delas. Como Edward Tenner observou em "A vingança da Tecnologia" (1997), o tempo e os custos dispensados ao conserto de pequenos defeitos nas máquinas e/ou programas executados pelas mesmas, têm contribuído para a estagnação do setor.
Se os problemas advindos da tecnologia se limitassem ao campo das frustrações, certamente obteríamos um balanço positivo. Porém, o que mais alimenta o debate são os chamados efeitos de vingança. Os efeitos de vingança diferem da classe dos efeitos colaterais no que diz respeito à previsibilidade e complexidade. É normal esperarmos que, durante um tratamento de um câncer, ocorra a queda dos cabelos como um resultado de uma quimioterapia. O ocasional aparecimento de outro tipo de câncer resultante da terapia empregada, por exemplo, seria um efeito de vingança pois, além de inesperado, tornar-se-ia um fator complicador.
Quando um programa de computador, mal escrito, começou a apagar inadvertidamente os dados dos títulos do governo em um banco nos Estados Unidos, acarretou uma dívida que ultrapassava os 30 bilhões de dólares para a instituição, que, até então, não fazia idéia de "quem" havia vendido os títulos.
Mas nada se compara aos efeitos em relação ao meio ambiente e à saúde humana. A substituição das antigas máquinas de escrever pelos teclados digitais possibilitou um aumento significativo na velocidade de elaboração e produção de textos. No entanto, observa-se um grande número de digitadores os quais sofrem de tendinite, fato que não ocorria com tanta freqüência entre os datilógrafos do passado.
Alguns efeitos de vingança, como o do exemplo anterior, são graduais, percebidos ao longo do tempo. Mas, o que dizer da catástrofe de Chernobyl? A explosão de um dos reatores, justamente quando o sistema de segurança foi desligado para a realização de uma nova simulação de emergência, deixou graves e imediatas seqüelas na vida de milhares de pessoas. Tal exemplo nos remete a um outro assunto, a saber, a necessidade de constante manutenção e vigilância.
Muitos acusam a tecnologia de promover um verdadeiro pânico entre os seus usuários. No final de 1999, muito especulou-se acerca da possibilidade de alguns dos sistemas nos quais literalmente confiamos a vida entrarem em colapso precisamente à meia noite do dia 1 de Janeiro de 2000. Aviões desgovernados, bancos de dados apagados e operações bancárias não-autorizadas eram alguns dos temores dos especialistas em segurança de sistemas, os quais logo trataram de espalhar o medo e o pânico utilizando o aparato da grande mídia. Além do pânico, os precavidos analistas de sistemas se prepararam e muitos fizeram vigília na esperança de remediar os efeitos. Resultou, na verdade, que poucos e irrelevantes problemas ocorreram.
Pesquisas realizadas dentro das fábricas de software constataram que a maior parte do trabalho dos programadores é destinada à detecção de erros e manutenção dos códigos dos programas, quando esforços mais concentrados deveriam ser despendidos na busca de soluções novas e mais eficientes.
Os projetistas de máquinas não costumam afirmar que suas criações são perfeitas. Em contraste, limitam-se a dizer que podem ser úteis e adequadas dentro de objetivos previamente estabelecidos. A área a qual mais contribui para extrapolar o real poderio da tecnologia chama-se publicidade: são as campanhas de marketing e as coberturas descompassadas e exageradas da mídia dita "especializada" que transformam um produto ou uma inovação simples, e muitas vezes nocivas, em caros e perigosos sonhos de consumo.
Maravilhosas ou não; eficientes ou não, toda a sociedade depende das máquinas e da automação em geral. O emprego de muitos depende da eficiente operação de um sistema ou programa de computador. Até mesmo a liberdade de alguns está sujeita aos diagnósticos de sistemas especialistas.
Um caso notório de total dependência esteve em discussão na Cidade do México, a qual possui aproximadamente 18 milhões de pessoas e cerca de seis presídios, todos superlotados. O sistema jurídico mexicano prevê que os presos de bom comportamento sejam liberados antes do cumprimento da sentença para se incorporarem a programas específicos de trabalhos comunitários. Para que isso ocorra, devem ser considerados uma série de pré-requisitos. Por que não deixar esse trabalho de análise extremamente complexo nas mãos de um sistema especialista o qual verifica as informações de um banco de dados e determina que um certo prisioneiro já pode receber a liberdade condicional? Essa foi a proposta desenvolvida pelo pesquisados do Instituto Tecnológico Autônomo do México e professor da Universidade Nacional Autônoma do México, Angel Kuri Morales. É evidente que, em caso de falha do sistema, presos os quais já poderiam ter as suas penas abrandadas, dependeriam do empenho de algum agente humano para perceber o erro e liberá-los.
Erros como o exposto também podem ocorrer (e ocorrem) em sistemas gerenciados por humanos. A diferença reside no fato de que sistemas computacionais são indiferentes e insensíveis às necessidades humanas o que nos faz sentirmos inseguros e impotentes quando sabemos que o rumo da nossa vida depende de uma implementação particular de um algoritmo e de sua correta execução por uma entidade sem vida, fria e literalmente calculista.
Muitos afirmam que a computação caminha para uma era de estabilidade e confiabilidade. Porém, enquanto não houver padrões de qualidade e protocolos bem definidos e estabilizados no mercado de Tecnologia da Informação para a produção de sistemas autonômicos, é bastante improvável que tal afirmação se sustente por mais tempo.
Por exemplo, o subutilizado Laboratório de Avaliação de Produtos de Software (LAPS), criado a partir do Centro de Informática da UFPE, tem, como principal atividade a avaliação do produto de software em módulos de serviço os quais segmentam a qualidade e permitem a identificação e combinação da análise por graus de importância. Entretanto, ainda há a necessidade de um modelo de projeto rigoroso para guiar as empresas no desenvolvimento, sem que haja a necessidade da avaliação do produto final a qual, muitas vezes, não será capaz de determinar e estimar com precisão a confiabilidade do produto.
Portanto, em todas as áreas onde a tecnologia está inserida é preciso medir com exatidão o custo-benefício de sua aplicação, bem como de seus efeitos na vida cotidiana a fim de evitar que algo inicialmente projetado para auxiliar-nos e servir-nos acabe nos expondo à efeitos de vingança e nos torne dependentes e incapazes de lidar com a nossa insuficiência.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Yes, You Can Change the World From Your Bedroom
There are many ways to change the world from your bedroom. One of them is to subscribe to the World Community Grid (WCG) and donate some of the idle time of your PC and/or Laptop to process valuable scientific data. For instance, you can help researchers to discover new drugs and treatments for Cancer, Dengue Fever, Yellow Fever, Hepatitis C and AIDS, only to name a few serious human diseases.
The idea behind WCG is to execute in a few months important research projects, as demanded by leading research institutions, that would take thousands of years to finish with the available computational resources in universities and research centers. Therefore, whenever someone decide to participate in such a project, this person will join the efforts of hundreds or maybe hundreds of thousands other users that have done the same, composing a huge network of computers (i.e., a grid) which provides the necessary processing power to do the hard job within the strict time constraints required by the urgent nature of the projects.
All of these is done without any interference in the way you use your PC. The only thing that is needed is to download the program which will be running on the background as a screensaver, only when you are not interacting with your desktop.
Some people complain they would like to help the world to be a better place but they don't know how, or worse, they don't have the necessary time. These must not serve as excuses anymore. Stand up now and help to change the world from your bedroom.
Learn how to help on: http://www.worldcommunitygrid.org
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Social aggression in the workplace
You'll inevitably be a victim someday;
hope and pray that you won't become an aggressor.
Although most people are especially concerned about aggression among children, such as bullying in school, hostility among adults has always been a serious issue, specially in the workplace. There are many forms of social aggression including isolation, exclusion and humillation. Whatever form it takes, it is always a pain in the neck from the victim's perspective. My stance on the issue is that there should be more welfare assistance available in workplaces, including physicologists at the employees' disposal, not to mention that there should be harsher punishment for aggressors, including dismissal on the grounds of misconduction.
Early in this semester, I've been absent from one important class for a couple of days. I was suffering from lack of motivation. While some of my classmates had been wondering if I was sick or something alike, I knew that my case needed special consideration. One week before, I had gotten into an angry argument with a full professor in occasion of a test review in her office. As soon as I got there, she was already in a terrible mood, shouting to everyone in the room that we (students) were fools for having been there only to "bother" her. When I finally had the chance of asking her what I did wrong in the test, she ruthlessly shout at me for supposedly not having been able to do something I should have learned (in her words) "in the high school" and stated that she was the one who had a PhD there. It turned out that she was completely mistaken about her assessment on the answer I had provided in the test and, even worse, I felt myself humillated in front of my colleagues.
It seemed to me that people don't realize how devastating such unpleasent episodes can be for the victims. In my case, my productivity levels were seriously affected, whereas, on the physicological aspect, I began to suffer from stress and a fit of mild depression. Moreover it was by no means easy to get over the trauma. At that time, there were nobody who I could rely on to ask for advice. The university simply couldn't offer me any support. That's the big problem victms have to face: the lack of someone well prepared to help them.
On the other hand, one has to consider the causes which lead someone else to behave aggressively. It could be that the aggressor had been him/her-self a victm in the past. This would be simply a case of the past repeating itself. I really want to emphasize that, in such situations, the best thing to do is to develop a prevention strategy by offering the victm the proper assistance, at the risk of allowing hatred remembrances to dominate one's mind.
What is most disapointing about this is that both strategies are often neglected by the working and/or learning staff: neither victms get (or know where to look for) assistance, nor aggressors are punished (or even investigated) in order to bring an end to such hostile attitude. While it's an open question whether any of those schemes would bring real benefits for the parts involved, I sincerely believe that both should be seriously considered in a wide effort to eradicate the plague of social aggression.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Amor
O amor é o refúgio da inocência perdida no coração humano. Amar é acreditar na vida. É a marca de uma força que há milênios faz o homem transpor barreiras, alcançar o inancançável, sonhar o impossível. Mas o amor tem a sua pitada de realidade. Tem seus dramas, suas paixões, seu lado egocênctrico. O amor saudável te faz sorrir; o doentio te faz chorar.
Devemos cuidar desse sentimento antes mesmo de pensarmos em nosso bem-estar ou no objeto amado. Assim, teremos a certeza de que estaremos amando da melhor forma possível as estimadas pessoas que cercam as nossas vidas. Elas merecem.
PS.: Minha amada Érika, enquanto eu viver, amarei a tua vida, a tua companhia, a tua presença em minha vida!
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